Desde que UPAs de Santa Luzia e São Pedro foram criadas, atendimento em outras unidades têm diminuído. No entanto, o tempo de espera é maior
Saúde - 10/9/2010
http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/09/10-upas/
Mesmo com a falta constante de médicos na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) em Juiz de Fora, a chegada das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) desafogaram o atendimento de dois dos principais pontos de concentração de reclamações por parte da população: o Hospital de Pronto Socorro (HPS) e o Pronto Atendimento Infantil (PAI). Desde janeiro, enquanto a quantidade de atendimentos nas UPAs cresce, nas outras unidades têm caído, o que representa melhorias para os usuários da rede.
A UPA de Santa Luzia foi inaugurada em 20 de janeiro e completou, em setembro, sete meses de funcionamento. A de São Pedro teve sua inauguração em 27 de maio e completou três meses agora este mês. A proposta das UPAs é oferecer atendimento de emergência, baixa e média complexidade, 24 horas por dia. Em relação às unidades semelhantes no município, desde quando as populações dessas duas regiões começaram a utilizar do serviço, a média de atendimentos no PAI e no HPS caiu de 20% a 30%, segundo afirmam os administradores (confira tabela abaixo).
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Adequação em UPA pode ser solução para Regional Leste
Regional Leste tem oito vezes mais reclamações do que a UPA Sul em sete meses. Verba do Ministério da Saúde pode resolver os problemas da unidade
Saúde - 16/9/2010
http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/09/16-upa_leste/
De janeiro a agosto deste ano, 198 reclamações foram efetuadas pela população na Ouvidoria Municipal de Saúde contra a Regional Leste. Em comparação com a quantidade de reclamações protocoladas contra a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Sul, localizada em Santa Luzia, o número é oito vezes maior, visto que apenas 25 queixas foram feitas. Se a comparação se estender para a UPA Oeste, em São Pedro, a proporção se torna quase 30 vezes maior, pois somente sete reclamações foram feitas contra a unidade de saúde (confira tabela abaixo).
Em relação a estas reclamações, a ouvidora de Saúde, Samantha Borchear, afirma que a grande incidência recai na falta de médicos e demora no atendimento. A partir desses motivos e apoiado no aporte financeiro que o Ministério da Saúde concede para a criação de UPAs nos municípios, uma reunião entre o Conselho Regional de Saúde e a Secretaria de Saúde (SS), foi realizada no final do mês passado para, justamente, discutir a possibilidade de transformar a Regional Leste em uma UPA.
Para que o procedimento seja viável, é necessário que um projeto seja elaborado pela administração, contendo as necessidades e avaliação do quadro da unidade de saúde, e enviado para análise do Ministério. De acordo com informações da assessoria de comunicação do Ministério, o mesmo procedimento realizado para a construção de UPAs é também o mesmo para a readequação da unidade. Caso aprovado, o custeio enviado pelo governo federal acompanha o aporte proposto de R$ 175 mil mensais para cobertura de até 200 mil habitantes.
Saúde - 16/9/2010
http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/09/16-upa_leste/
De janeiro a agosto deste ano, 198 reclamações foram efetuadas pela população na Ouvidoria Municipal de Saúde contra a Regional Leste. Em comparação com a quantidade de reclamações protocoladas contra a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Sul, localizada em Santa Luzia, o número é oito vezes maior, visto que apenas 25 queixas foram feitas. Se a comparação se estender para a UPA Oeste, em São Pedro, a proporção se torna quase 30 vezes maior, pois somente sete reclamações foram feitas contra a unidade de saúde (confira tabela abaixo).
Em relação a estas reclamações, a ouvidora de Saúde, Samantha Borchear, afirma que a grande incidência recai na falta de médicos e demora no atendimento. A partir desses motivos e apoiado no aporte financeiro que o Ministério da Saúde concede para a criação de UPAs nos municípios, uma reunião entre o Conselho Regional de Saúde e a Secretaria de Saúde (SS), foi realizada no final do mês passado para, justamente, discutir a possibilidade de transformar a Regional Leste em uma UPA.
Para que o procedimento seja viável, é necessário que um projeto seja elaborado pela administração, contendo as necessidades e avaliação do quadro da unidade de saúde, e enviado para análise do Ministério. De acordo com informações da assessoria de comunicação do Ministério, o mesmo procedimento realizado para a construção de UPAs é também o mesmo para a readequação da unidade. Caso aprovado, o custeio enviado pelo governo federal acompanha o aporte proposto de R$ 175 mil mensais para cobertura de até 200 mil habitantes.
Reclamações contra o SUS já superam índice de 2009
Maiores índices recaem sobre o não cumprimento de horários de consultas agendadas e sobre a falta de recursos humanos
Saúde - 14/5/2010
http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/05/14-medicos/
Dados divulgados pela Ouvidoria Municipal de Saúde revelam que o número de reclamações feitas pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) contra os serviços, nos quatro primeiros meses desse ano, já superam o índice registrado em todo o ano de 2009. De acordo com as informações, as maiores queixas são contra o mau atendimento prestado, contra a demora no atendimento e a falta de recursos humanos na área médica.
O número chega a 388 reclamações, o que representa 14% a mais do que o indicativo encontrado em 2009, quando foram realizadas 336 reclamações. Em relação à demora nos atendimentos, o quantitativo se iguala aos 85 registrados no ano passado, e as reclamações sobre os horários dos médicos se aproximam – 23 para 26. O dado mais gritante recai na falta de recursos humanos na área médica, que já registra alcança o triplo das reclamações do ano passado, com enfoque maior para a atenção primária, que compreende as Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Se analisados de forma geral e relacionados com a realidade do SUS, mais que meros indicativos, os dados refletem a dura vida que o usuário do serviço enfrenta no dia a dia. O não cumprimento dos horários pelos médicos, por exemplo, provoca filas de espera de até duas horas. A própria unidade de saúde informa, sem rodeios, os horários reais que os profissionais da saúde decidem cumprir sua carga horária oficial de trabalho. O constantes atrasos provocam consultas aceleradas, mau atendimento e aumento dos prazos de marcação de consultas.
Saúde - 14/5/2010
http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/05/14-medicos/
Dados divulgados pela Ouvidoria Municipal de Saúde revelam que o número de reclamações feitas pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) contra os serviços, nos quatro primeiros meses desse ano, já superam o índice registrado em todo o ano de 2009. De acordo com as informações, as maiores queixas são contra o mau atendimento prestado, contra a demora no atendimento e a falta de recursos humanos na área médica.
O número chega a 388 reclamações, o que representa 14% a mais do que o indicativo encontrado em 2009, quando foram realizadas 336 reclamações. Em relação à demora nos atendimentos, o quantitativo se iguala aos 85 registrados no ano passado, e as reclamações sobre os horários dos médicos se aproximam – 23 para 26. O dado mais gritante recai na falta de recursos humanos na área médica, que já registra alcança o triplo das reclamações do ano passado, com enfoque maior para a atenção primária, que compreende as Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Se analisados de forma geral e relacionados com a realidade do SUS, mais que meros indicativos, os dados refletem a dura vida que o usuário do serviço enfrenta no dia a dia. O não cumprimento dos horários pelos médicos, por exemplo, provoca filas de espera de até duas horas. A própria unidade de saúde informa, sem rodeios, os horários reais que os profissionais da saúde decidem cumprir sua carga horária oficial de trabalho. O constantes atrasos provocam consultas aceleradas, mau atendimento e aumento dos prazos de marcação de consultas.
Primeiro repasse para UPA Norte chega essa semana
Verba de R$ 260 mil será repassada para a Prefeitura. Situação da Policlínica de Benfica é crítica e reformas estão em processo licitatório
Saúde - 23/6/2010
http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/06/23-upa_norte/
A primeira parcela da verba de R$ 2,6 milhões proveniente do Governo Federal para a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na Zona Norte será repassada para a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) ainda essa semana, conforme informações da assessoria da Secretaria de Saúde (SS). O repasse é no valor de 10% do total - R$ 260 mil - e as outras parcelas ainda não possuem prazo para liberação. O início das obras ainda não foi definido, já que o projeto executivo da construção da unidade está em processo licitatório.
Segundo a SS, o montante segue a portaria 1020/2009 do Ministério da Saúde, que designa o valor para municípios com população acima de 200 mil habitantes. De acordo com a portaria, a UPA Norte se enquadra em unidade porte III, com capacidade de atendimento para 301 a 450 pacientes, seis médicos (pediatras e clínicos gerais), área construída de 1.300 m², de 13 a 20 leitos, e o valor total, além das obras, corresponde também para a compra de equipamentos.
Saúde - 23/6/2010
http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/06/23-upa_norte/
A primeira parcela da verba de R$ 2,6 milhões proveniente do Governo Federal para a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na Zona Norte será repassada para a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) ainda essa semana, conforme informações da assessoria da Secretaria de Saúde (SS). O repasse é no valor de 10% do total - R$ 260 mil - e as outras parcelas ainda não possuem prazo para liberação. O início das obras ainda não foi definido, já que o projeto executivo da construção da unidade está em processo licitatório.
Segundo a SS, o montante segue a portaria 1020/2009 do Ministério da Saúde, que designa o valor para municípios com população acima de 200 mil habitantes. De acordo com a portaria, a UPA Norte se enquadra em unidade porte III, com capacidade de atendimento para 301 a 450 pacientes, seis médicos (pediatras e clínicos gerais), área construída de 1.300 m², de 13 a 20 leitos, e o valor total, além das obras, corresponde também para a compra de equipamentos.
Verba de quase R$ 4 milhões irá beneficiar 14 Uaps
Quatro unidades serão construídas, além de um laboratório central. Outras dez irão passar por reforma e manutenção
Saúde - 18/6/2010
http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/06/18-ubs/
Quatorze Unidades de Atenção Primária à Saúde (Uaps) - nova nomenclatura para Unidades Básicas de Saúde (UBS) - de Juiz de Fora serão beneficiadas com a verba de R$ 3.940.563 milhões. O investimento, em grande parcela do governo estadual e municipal, irá resultar na construção de quatro Uaps e na reforma e na manutenção estrutural em outras dez. Das obras previstas, cinco já estão em fase de andamento, seis sem previsão de início e três ainda em processo licitatório (confira tabela detalhada abaixo).
As Uaps que serão construídas são as unidades nos bairros Vale Verde, Vila Ideal, Nossa Senhora Aparecida e Santa Cândida. A Uaps do bairro Vale Verde e o laboratório central já estão em fase de finalização e a previsão de término das obras é agosto de 2010, segundo divulgou a Secretaria de Saúde (SS). A unidade do Vila Ideal também está em fase de obras, com término agendado para novembro deste ano. Esta Uaps já está na agenda da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) pelo menos desde o início de 2009, quando a administração recebeu uma verba no total de R$ 2,9 milhões para financiamento de remédios, equipamentos e material permanente médico-hospitalar, além da construção do Centro de Atenção Psicossocial (Caps II).
Saúde - 18/6/2010
http://www.acessa.com/saude/arquivo/noticias/2010/06/18-ubs/
Quatorze Unidades de Atenção Primária à Saúde (Uaps) - nova nomenclatura para Unidades Básicas de Saúde (UBS) - de Juiz de Fora serão beneficiadas com a verba de R$ 3.940.563 milhões. O investimento, em grande parcela do governo estadual e municipal, irá resultar na construção de quatro Uaps e na reforma e na manutenção estrutural em outras dez. Das obras previstas, cinco já estão em fase de andamento, seis sem previsão de início e três ainda em processo licitatório (confira tabela detalhada abaixo).
As Uaps que serão construídas são as unidades nos bairros Vale Verde, Vila Ideal, Nossa Senhora Aparecida e Santa Cândida. A Uaps do bairro Vale Verde e o laboratório central já estão em fase de finalização e a previsão de término das obras é agosto de 2010, segundo divulgou a Secretaria de Saúde (SS). A unidade do Vila Ideal também está em fase de obras, com término agendado para novembro deste ano. Esta Uaps já está na agenda da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) pelo menos desde o início de 2009, quando a administração recebeu uma verba no total de R$ 2,9 milhões para financiamento de remédios, equipamentos e material permanente médico-hospitalar, além da construção do Centro de Atenção Psicossocial (Caps II).
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