http://www.cinemacomrapadura.com.br/especiais/jogos_mortais/serialkillers.html
DEFINIÇÃO
O Assassino em Série, comumente conhecido pela denominação serial killer, é um criminoso com perfil psicopatológico, ou seja, indivíduo dotado de distúrbio mental, que comete crimes com uma freqüência e ordenação diferentes dos assassinos comuns. Usualmente é classificado como serial killer o criminoso que comete uma série de três ou mais assassinatos em um período de tempo determinado, podendo variar de dias para até anos.
O principal diferencial é identificado nas técnicas que utiliza para matar suas vítimas. O modus operandi, ou “modo de operação”, é bastante particular e tende a repetir-se de modo semelhante em todas as pessoas que mata, transformando-se em uma espécie de marca registrada ou “assinatura”. Os assassinos também procuram definir uma mesma linha de ação entre suas vítimas. Eles priorizam traços semelhantes e características em comum, como por exemplo a etnia, a profissão, o gênero ou mesmo as características físicas, que corroborem sua intenção e justificativa para o massacre. Outra característica que os difere dos outros assassinos é o repúdio em matar utilizando armas de fogo. O termo serial killer foi criado pelo especialista em crimes hediondos Robert Ressler, fundador e antigo diretor do departamento de criminalista violenta do FBI, na década de 70. Até esse período, o termo utilizado para assassinatos desse nível era Stranger Killer, ou seja, “assassino desconhecido”, pois se acreditava que o criminoso não mantinha nenhum vínculo com suas vítimas, não as conhecia e as selecionava de forma aleatória. O maior número de serial killers já registrados até a atualidade é proveniente dos Estados Unidos. Desde a década de 80, quando os casos já eram classificados com essa nomenclatura, 84% de todos os registros conhecidos ocorreram ou foram causados por assassinos daquele país.
O Assassino em Série, comumente conhecido pela denominação serial killer, é um criminoso com perfil psicopatológico, ou seja, indivíduo dotado de distúrbio mental, que comete crimes com uma freqüência e ordenação diferentes dos assassinos comuns. Usualmente é classificado como serial killer o criminoso que comete uma série de três ou mais assassinatos em um período de tempo determinado, podendo variar de dias para até anos.
O principal diferencial é identificado nas técnicas que utiliza para matar suas vítimas. O modus operandi, ou “modo de operação”, é bastante particular e tende a repetir-se de modo semelhante em todas as pessoas que mata, transformando-se em uma espécie de marca registrada ou “assinatura”. Os assassinos também procuram definir uma mesma linha de ação entre suas vítimas. Eles priorizam traços semelhantes e características em comum, como por exemplo a etnia, a profissão, o gênero ou mesmo as características físicas, que corroborem sua intenção e justificativa para o massacre. Outra característica que os difere dos outros assassinos é o repúdio em matar utilizando armas de fogo. O termo serial killer foi criado pelo especialista em crimes hediondos Robert Ressler, fundador e antigo diretor do departamento de criminalista violenta do FBI, na década de 70. Até esse período, o termo utilizado para assassinatos desse nível era Stranger Killer, ou seja, “assassino desconhecido”, pois se acreditava que o criminoso não mantinha nenhum vínculo com suas vítimas, não as conhecia e as selecionava de forma aleatória. O maior número de serial killers já registrados até a atualidade é proveniente dos Estados Unidos. Desde a década de 80, quando os casos já eram classificados com essa nomenclatura, 84% de todos os registros conhecidos ocorreram ou foram causados por assassinos daquele país.
A Califórnia é o estado norte-americano em que já foram registrados o maior número de casos de assassinatos em série. As características mais visíveis entre os capturados eram a sociabilidade, a serenidade e o respeito perante a sociedade. Ao contrário do que se pode imaginar baseando-se em seus métodos cruéis e doentios, eles sempre procuram manter a boa aparência, o reconhecimento em seu meio e empregos de destaque, justamente com o intuito de manter o disfarce intacto.
Mesmo que o nome não soe com facilidade e muitos possam achar que essa realidade esteja distante ou mesmo tenha sua parcela de fantasia, as estatísticas são alarmantes. Em 2002, o FBI calculou aproximadamente 400 serial killers nos Estados Unidos no último século, com cerca de 2.526 a 3.860 vítimas. De acordo com Peter Vronsky, historiador e autor de livros sobre serial killers, o período que marca um salto nas estatísticas foi a década de 1950, em que se estima que 80% desse montante tenha surgido.
CARACTERÍSTICAS
A maioria dos assassinos em série apresentam personalidade psicopata, ou seja, possuem um comportamento indiferente às normas sociais vigentes. Eles se mantêm a par da realidade em todos os momentos, sabem perfeitamente que estão realizando um assassinato, porém aquilo não lhes conjectura um sentimento de culpa. A moral e as leis sociais não se aplicam para esses indivíduos pelo simples motivo deles as desprezarem.
Estudos realizados indicam que os serial killers têm uma doença que a psiquiatria nomeia de Transtorno de Personalidade Anti-Social, ou como é vulgarmente conhecida de sociopatia. Os resultados apontam que 2,5 % da população sofre deste mal e a taxa de homens afetados é numa proporção oito vezes maior do que mulheres. Desde a infância o distúrbio já apresenta suas particularidades, como a freqüência que a criança urina enquanto dorme, o fascínio em incendiar objetos e a crueldade com animais. Uma família mal estruturada, traumas de infância como estupros ou mortes de entes queridos, pais ausentes ou alcoólatras, dificuldades financeiras, são fatores que acentuam o distúrbio.
De acordo com dados colhidos por Robert Ressler, os serial killers tendem a compartilhar as seguintes características:
- A maioria são solteiros, caucasianos e do sexo masculino.
- A taxa de inteligência é alta, muitas vezes acima do normal.
- Mesmo com alto potencial, têm dificuldade nas tarefas da escola e no trabalho.
- Geralmente fazem parte de famílias instáveis, muitas vezes são abandonados enquanto crianças ou criados por mães dominadoras.
- Suas famílias possuem histórico criminal, psiquiátrico e alcoólico.
- Odeiam seus pais.
- Foram abusados fisicamente, sexualmente e psicologicamente enquanto crianças por algum membro da família.
- Muitos passam um grande tempo em instituições quando jovens e têm registros de problemas psiquiátricos precoce.
- Têm elevadas taxas de suicídio.
- Desde cedo apresentam um forte interesse em voyeurismo, fetichismo, e pornografia sadomasoquista.
- Mais de 60% urinam em suas camas além dos 12 anos.
- Muitos são fascinados por incêndios.
- Estão envolvidos em atividades sádicas, principalmente contra animais.
TIPOS
Além dos propriamente ditos assassinos em série, outras classificações derivam do termo. Os “matadores em massa” são aqueles que matam quatro ou mais vítimas em um só local e ao mesmo tempo. Geralmente sua explosão de violência e impulsividade é direcionada ao grupo que supostamente o oprimiu, ameaçou ou rejeitou. Os “matadores impulsivos”, ou spree killer, escolhem suas vítimas aleatoriamente. Elas estão no lugar errado e na hora errada. O criminoso mata várias pessoas num período de horas, dias ou semanas, e não passa por fases ou possui ritos como os serial. Quando a crise passa eles se acalmam e não têm momento definido para que o desejo de matar aflore novamente. De acordo com o FBI, os serial killers são classificados em "tipo organizados", "tipo desorganizados", “mistos” e “atípicos”:
Tipo Organizado
Os “organizados” são aqueles que mantêm um ótimo relacionamento com a sociedade, exibem alto grau de intelectualidade e planejam seus crimes muito metodicamente, estando atentos a qualquer detalhe. Geralmente seqüestram suas vítimas matando-as em um lugar e jogando seus corpos em outro. Como conseguem se inserir bem à sociedade, lançam mão dessa vantagem para seduzir as pessoas com mais segurança e confiança. Mantêm um alto grau de controle sobre a cena do crime e costumam ter um sólido conhecimento da ciência forense, o que lhes permite cobrir os rastros. Seguem seus crimes na mídia cuidadosamente e, muitas vezes, se orgulham de suas ações, como se tudo não passasse de um grandioso projeto. Alguns serial killers vão ao extremo para dificultar a resolução de seus crimes, seja falsificando comprovantes da própria morte ou criando álibis para levar a culpa.
Características das cenas do crime:
1. Faz um planejamento ofensivo.
2. Transporta o corpo.
3. Esconde o corpo.
4. Controla a conversa.
5. Deixa a vítima submissa.
6. Desaparece com a arma do crime e as provas.
7. Escolhe a dedo a vítima.
8. Escolhe um ambiente com algum sentido.
9. Sempre imobiliza as vítimas.
10. Pratica atos agressivos antes do assassinato.
Tipo Desorganizado
Os “desorganizados” são impulsivos, a maioria possui baixa inteligência, não planejam seus atos e muitas das vezes deixam a arma do crime e o corpo no local do assassinato. Em comparação direta com o serial “organizado”, este vai a caça de uma vítima quando a oportunidade surge, escolhe aleatoriamente e dificilmente segue algum padrão como etnia, idade ou religião. A ausência de planejamento prévio reflete diretamente na realização de seus rituais, que ao contrário da “percepção artística” e “grandiosidade do projeto”, os “desorganizados” são movidos pela ansiedade e emoção, tendo como ritos principais a necrofilia (manifestação sexual com cadáveres), mutilações, canibalismo e abuso sexual.
Eles raramente se preocupam em encobrir seus rastros. São bastante reclusos, reprimindo qualquer tentativa de contato social. Possuem poucos amigos, podem ter um histórico de problemas mentais, têm personalidade e hábitos excêntricos e bastante assustadores. Normalmente são pessoas muito introvertidas. Eles têm pouca consciência sobre os seus crimes, podendo até mesmo bloquear as memórias dos assassinatos.
Características das cenas do crime:
1. Corpo deixado na cena do crime.
2. Ataque espontâneo.
3. Provas ou arma presentes na cena.
4. Vítima ou localização conhecida.
5. Corpo deixado a vista.
6. Desfiguração da vítima.
7. Atos sexuais após a morte.
8. Mínima taxa de conversa.
9. Mínima utilização de imobilizações.
10. Cena do crime aleatória.
11. Súbita violência com a vítima.
Tipos “Mistos” e “Atípicos”
Como o próprio nome diz, os casos “mistos” definem os criminosos que apresentam características de ambos os tipos, “organizado” e “desorganizado”. Os assassinos, algumas vezes, contam com a ajuda de um parceiro para realizar o ato. Podem também planejar o crime e não concluí-lo ou fazer um ato encenado.
Os casos “atípicos” são classificados pelos crimes que não aparecem nos registros disponíveis ou quando o assassino aparentemente modifica suas técnicas. A polícia e a perícia têm que levar em consideração outros aspectos para a resolução ou mesmo associação a um serial killer defronte a uma cena de crime “atípica”.
CARACTERÍSTICAS
A maioria dos assassinos em série apresentam personalidade psicopata, ou seja, possuem um comportamento indiferente às normas sociais vigentes. Eles se mantêm a par da realidade em todos os momentos, sabem perfeitamente que estão realizando um assassinato, porém aquilo não lhes conjectura um sentimento de culpa. A moral e as leis sociais não se aplicam para esses indivíduos pelo simples motivo deles as desprezarem.
Estudos realizados indicam que os serial killers têm uma doença que a psiquiatria nomeia de Transtorno de Personalidade Anti-Social, ou como é vulgarmente conhecida de sociopatia. Os resultados apontam que 2,5 % da população sofre deste mal e a taxa de homens afetados é numa proporção oito vezes maior do que mulheres. Desde a infância o distúrbio já apresenta suas particularidades, como a freqüência que a criança urina enquanto dorme, o fascínio em incendiar objetos e a crueldade com animais. Uma família mal estruturada, traumas de infância como estupros ou mortes de entes queridos, pais ausentes ou alcoólatras, dificuldades financeiras, são fatores que acentuam o distúrbio.
De acordo com dados colhidos por Robert Ressler, os serial killers tendem a compartilhar as seguintes características:
- A maioria são solteiros, caucasianos e do sexo masculino.
- A taxa de inteligência é alta, muitas vezes acima do normal.
- Mesmo com alto potencial, têm dificuldade nas tarefas da escola e no trabalho.
- Geralmente fazem parte de famílias instáveis, muitas vezes são abandonados enquanto crianças ou criados por mães dominadoras.
- Suas famílias possuem histórico criminal, psiquiátrico e alcoólico.
- Odeiam seus pais.
- Foram abusados fisicamente, sexualmente e psicologicamente enquanto crianças por algum membro da família.
- Muitos passam um grande tempo em instituições quando jovens e têm registros de problemas psiquiátricos precoce.
- Têm elevadas taxas de suicídio.
- Desde cedo apresentam um forte interesse em voyeurismo, fetichismo, e pornografia sadomasoquista.
- Mais de 60% urinam em suas camas além dos 12 anos.
- Muitos são fascinados por incêndios.
- Estão envolvidos em atividades sádicas, principalmente contra animais.
TIPOS
Além dos propriamente ditos assassinos em série, outras classificações derivam do termo. Os “matadores em massa” são aqueles que matam quatro ou mais vítimas em um só local e ao mesmo tempo. Geralmente sua explosão de violência e impulsividade é direcionada ao grupo que supostamente o oprimiu, ameaçou ou rejeitou. Os “matadores impulsivos”, ou spree killer, escolhem suas vítimas aleatoriamente. Elas estão no lugar errado e na hora errada. O criminoso mata várias pessoas num período de horas, dias ou semanas, e não passa por fases ou possui ritos como os serial. Quando a crise passa eles se acalmam e não têm momento definido para que o desejo de matar aflore novamente. De acordo com o FBI, os serial killers são classificados em "tipo organizados", "tipo desorganizados", “mistos” e “atípicos”:
Tipo Organizado
Os “organizados” são aqueles que mantêm um ótimo relacionamento com a sociedade, exibem alto grau de intelectualidade e planejam seus crimes muito metodicamente, estando atentos a qualquer detalhe. Geralmente seqüestram suas vítimas matando-as em um lugar e jogando seus corpos em outro. Como conseguem se inserir bem à sociedade, lançam mão dessa vantagem para seduzir as pessoas com mais segurança e confiança. Mantêm um alto grau de controle sobre a cena do crime e costumam ter um sólido conhecimento da ciência forense, o que lhes permite cobrir os rastros. Seguem seus crimes na mídia cuidadosamente e, muitas vezes, se orgulham de suas ações, como se tudo não passasse de um grandioso projeto. Alguns serial killers vão ao extremo para dificultar a resolução de seus crimes, seja falsificando comprovantes da própria morte ou criando álibis para levar a culpa.
Características das cenas do crime:
1. Faz um planejamento ofensivo.
2. Transporta o corpo.
3. Esconde o corpo.
4. Controla a conversa.
5. Deixa a vítima submissa.
6. Desaparece com a arma do crime e as provas.
7. Escolhe a dedo a vítima.
8. Escolhe um ambiente com algum sentido.
9. Sempre imobiliza as vítimas.
10. Pratica atos agressivos antes do assassinato.
Tipo Desorganizado
Os “desorganizados” são impulsivos, a maioria possui baixa inteligência, não planejam seus atos e muitas das vezes deixam a arma do crime e o corpo no local do assassinato. Em comparação direta com o serial “organizado”, este vai a caça de uma vítima quando a oportunidade surge, escolhe aleatoriamente e dificilmente segue algum padrão como etnia, idade ou religião. A ausência de planejamento prévio reflete diretamente na realização de seus rituais, que ao contrário da “percepção artística” e “grandiosidade do projeto”, os “desorganizados” são movidos pela ansiedade e emoção, tendo como ritos principais a necrofilia (manifestação sexual com cadáveres), mutilações, canibalismo e abuso sexual.
Eles raramente se preocupam em encobrir seus rastros. São bastante reclusos, reprimindo qualquer tentativa de contato social. Possuem poucos amigos, podem ter um histórico de problemas mentais, têm personalidade e hábitos excêntricos e bastante assustadores. Normalmente são pessoas muito introvertidas. Eles têm pouca consciência sobre os seus crimes, podendo até mesmo bloquear as memórias dos assassinatos.
Características das cenas do crime:
1. Corpo deixado na cena do crime.
2. Ataque espontâneo.
3. Provas ou arma presentes na cena.
4. Vítima ou localização conhecida.
5. Corpo deixado a vista.
6. Desfiguração da vítima.
7. Atos sexuais após a morte.
8. Mínima taxa de conversa.
9. Mínima utilização de imobilizações.
10. Cena do crime aleatória.
11. Súbita violência com a vítima.
Tipos “Mistos” e “Atípicos”
Como o próprio nome diz, os casos “mistos” definem os criminosos que apresentam características de ambos os tipos, “organizado” e “desorganizado”. Os assassinos, algumas vezes, contam com a ajuda de um parceiro para realizar o ato. Podem também planejar o crime e não concluí-lo ou fazer um ato encenado.
Os casos “atípicos” são classificados pelos crimes que não aparecem nos registros disponíveis ou quando o assassino aparentemente modifica suas técnicas. A polícia e a perícia têm que levar em consideração outros aspectos para a resolução ou mesmo associação a um serial killer defronte a uma cena de crime “atípica”.
MOTIVOS/JUSTIFICATIVAS
Independente de motivações particulares ou mesmo sobrenaturais, pesquisas e especialistas definem como as principais causas que levam os serial killers a praticarem os crimes as motivações sexuais, embora o ato em si não necessariamente esteja presente, poder, manipulação, dominação e controle. O sexo é normalmente associado a estupro quando o envolvido se enquadra no perfil de serial “organizado”, e quando as técnicas resultam em sadismo ou tortura o perfil se aproxima do “desorganizado”. O ato sexual é instigado pela sensação de controle para com as vítimas, ou mesmo relacionado com suas fantasias enquanto jovens e a satisfação de seus sonhos da fase adulta.
De acordo com Ronald M. Holmes e Stephen T. Holmes, autores de vários livros sobre assassinatos em série e crimes violentos, os serial killers são classificados em quatro categorias, segundo a tipologia Holmes: "visionário", "missionário", "hedonista" e "poder/controle".
Visionário
Os assassinos dessa categoria sofrem de problemas psicológicos que provocam distanciamento e rompimento com a realidade. Eles escutam vozes ou têm visões que os levam a concluírem seus atos. Ordens de Deus ou do Diabo também são muito comuns.
Herbert Mullin acreditava que as vítimas americanas da Guerra do Vietnã (1959 – 1975) estavam impedindo um terremoto na Califórnia. Com o fim do conflito, Mullin alegou ter sido instruído por seu pai falecido a realizar sacrifícios humanos para a natureza, a fim de impedir que a Califórnia seja destruída. Outro exemplo de “visionário” é David Berkowitz, conhecido como o matador da calibre 44, que afirmou ter recebido ordens do demônio através do cachorro de seu vizinho. Ele matou seis pessoas e feriu outras sete, durante 1976 e 1977, na cidade de Nova Iorque.
Missionário
Os que afirmam estar seguindo sua missão se baseiam na justificativa de estarem livrando o mundo de determinados tipos de pessoas, como os homossexuais, as prostitutas, os negros ou os católicos, qualquer um que eles achem indesejáveis. Contudo, eles não são psicóticos.
Ted Kaczynski, o "Unabomber", foi um brilhante matemático que enviou bombas pelo correio, matando duas pessoas e ferindo e mutilando outras 22. Seus alvos eram cientistas informáticos, geneticistas e outros tecnocratas de renome, também referidos como sendo os "arquitetos da Nova Ordem Mundial". Ele ganhou a mídia quando em 1995 teve seu manifesto, intitulado de “A sociedade industrial e o seu futuro”, publicado nos jornais norte-americanos Washington Post e New York Times. Unabomber afirmava que "a Revolução Industrial e suas conseqüências têm sido um desastre para a raça humana". Curiosamente, o assassino foi apanhado pela denúncia do próprio irmão, que cobrou nada menos do que US$ 1 milhão.
Independente de motivações particulares ou mesmo sobrenaturais, pesquisas e especialistas definem como as principais causas que levam os serial killers a praticarem os crimes as motivações sexuais, embora o ato em si não necessariamente esteja presente, poder, manipulação, dominação e controle. O sexo é normalmente associado a estupro quando o envolvido se enquadra no perfil de serial “organizado”, e quando as técnicas resultam em sadismo ou tortura o perfil se aproxima do “desorganizado”. O ato sexual é instigado pela sensação de controle para com as vítimas, ou mesmo relacionado com suas fantasias enquanto jovens e a satisfação de seus sonhos da fase adulta.
De acordo com Ronald M. Holmes e Stephen T. Holmes, autores de vários livros sobre assassinatos em série e crimes violentos, os serial killers são classificados em quatro categorias, segundo a tipologia Holmes: "visionário", "missionário", "hedonista" e "poder/controle".
Visionário
Os assassinos dessa categoria sofrem de problemas psicológicos que provocam distanciamento e rompimento com a realidade. Eles escutam vozes ou têm visões que os levam a concluírem seus atos. Ordens de Deus ou do Diabo também são muito comuns.
Herbert Mullin acreditava que as vítimas americanas da Guerra do Vietnã (1959 – 1975) estavam impedindo um terremoto na Califórnia. Com o fim do conflito, Mullin alegou ter sido instruído por seu pai falecido a realizar sacrifícios humanos para a natureza, a fim de impedir que a Califórnia seja destruída. Outro exemplo de “visionário” é David Berkowitz, conhecido como o matador da calibre 44, que afirmou ter recebido ordens do demônio através do cachorro de seu vizinho. Ele matou seis pessoas e feriu outras sete, durante 1976 e 1977, na cidade de Nova Iorque.
Missionário
Os que afirmam estar seguindo sua missão se baseiam na justificativa de estarem livrando o mundo de determinados tipos de pessoas, como os homossexuais, as prostitutas, os negros ou os católicos, qualquer um que eles achem indesejáveis. Contudo, eles não são psicóticos.
Ted Kaczynski, o "Unabomber", foi um brilhante matemático que enviou bombas pelo correio, matando duas pessoas e ferindo e mutilando outras 22. Seus alvos eram cientistas informáticos, geneticistas e outros tecnocratas de renome, também referidos como sendo os "arquitetos da Nova Ordem Mundial". Ele ganhou a mídia quando em 1995 teve seu manifesto, intitulado de “A sociedade industrial e o seu futuro”, publicado nos jornais norte-americanos Washington Post e New York Times. Unabomber afirmava que "a Revolução Industrial e suas conseqüências têm sido um desastre para a raça humana". Curiosamente, o assassino foi apanhado pela denúncia do próprio irmão, que cobrou nada menos do que US$ 1 milhão.
Hedonistas
Os hedonistas são aqueles que buscam prazer individual e imediato. A principal característica dos assassinos é se concentrar ao máximo no processo, buscando o prazer na tortura e na morte lenta de suas vítimas. Eles procuram a aventura acima de tudo, vendo a vítima apenas como um objeto a ser manipulado. Segundo Curt R. Bartol e Anne M. Bartol, autores de livros sobre comportamento criminal, os “hedonistas” são subdivididos em "luxúria", "emoção" e "conforto".
Luxúria
Sexo é o principal motivo dos assassinatos, seja com as vítimas vivas ou mortas. Suas fantasias desempenham um papel fundamental em seus crimes. A satisfação sexual depende da quantidade de tortura e mutilações que eles causam em suas vítimas. Geralmente usam armas que requerem um contato estreito com as vítimas, tais como facas ou as próprias mãos. Kenneth Bianchi, um dos “Estranguladores das Montanhas” (o outro é seu primo Angelo Buono), assassinou mulheres e meninas de diversas idades, raças e aparências, porque seu apelo sexual exigia diferentes tipos de estimulação e aumento na intensidade. Outro estimulado pela luxúria foi Jeffrey Dahmer, o monstro de Milwaukee, que tinha o desejo de encontrar o amante perfeito. Sua crescente necessidade de estimulação foi demonstrada pelo desmembramento da vítima, cuja cabeça e genitais eram preservados. Ele experimentou o canibalismo e a necrofilia para garantir que suas vítimas permaneceriam como uma parte sua. Dahmer assassinou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre 1989 e 1991. Na infância foi molestado por um garoto vizinho aos oito anos e seus pais tinham brigas ferozes depois de separados. Em sua mente doentia, cultivou a idéia de criar zumbis que seriam seus brinquedos sexuais vivos, para isso, fazia buracos nas cabeças das vítimas escolhidas e pingava líquidos cáusticos nas feridas, tentando assim destruir a vontade da vítima.
Os hedonistas são aqueles que buscam prazer individual e imediato. A principal característica dos assassinos é se concentrar ao máximo no processo, buscando o prazer na tortura e na morte lenta de suas vítimas. Eles procuram a aventura acima de tudo, vendo a vítima apenas como um objeto a ser manipulado. Segundo Curt R. Bartol e Anne M. Bartol, autores de livros sobre comportamento criminal, os “hedonistas” são subdivididos em "luxúria", "emoção" e "conforto".
Luxúria
Sexo é o principal motivo dos assassinatos, seja com as vítimas vivas ou mortas. Suas fantasias desempenham um papel fundamental em seus crimes. A satisfação sexual depende da quantidade de tortura e mutilações que eles causam em suas vítimas. Geralmente usam armas que requerem um contato estreito com as vítimas, tais como facas ou as próprias mãos. Kenneth Bianchi, um dos “Estranguladores das Montanhas” (o outro é seu primo Angelo Buono), assassinou mulheres e meninas de diversas idades, raças e aparências, porque seu apelo sexual exigia diferentes tipos de estimulação e aumento na intensidade. Outro estimulado pela luxúria foi Jeffrey Dahmer, o monstro de Milwaukee, que tinha o desejo de encontrar o amante perfeito. Sua crescente necessidade de estimulação foi demonstrada pelo desmembramento da vítima, cuja cabeça e genitais eram preservados. Ele experimentou o canibalismo e a necrofilia para garantir que suas vítimas permaneceriam como uma parte sua. Dahmer assassinou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre 1989 e 1991. Na infância foi molestado por um garoto vizinho aos oito anos e seus pais tinham brigas ferozes depois de separados. Em sua mente doentia, cultivou a idéia de criar zumbis que seriam seus brinquedos sexuais vivos, para isso, fazia buracos nas cabeças das vítimas escolhidas e pingava líquidos cáusticos nas feridas, tentando assim destruir a vontade da vítima.
Emoção
O principal combustível do assassino por “emoção” é a satisfação em induzir a dor e criar o pânico entre suas vítimas, que se convergem em estimulação e excitação em sua mente. Eles procuram altas doses de adrenalina quando caçam suas presas. Normalmente seus ataques não são prolongados e o abuso sexual é raro, sua real intenção é apenas matar. Muitas vezes praticam seus crimes durante um longo tempo e em diversos lugares, tendo com vítimas pessoas estranhas, dificultando a ação das autoridades em sua captura.
Robert Hansen costumava levar suas vítimas a locais isolados e de difícil acesso, onde deixava-as escapar apenas para ter o gosto em caçá-las e matá-las. Ele começou matando prostitutas em 1980 na região do Alaska. Combinava os programas e as convidava para dar uma volta em seu avião particular. Em áreas desertas, ele as perseguia com uma faca e com um rifles de caça. Confessou 17 assassinatos no que chamava de "Projeto Verão". Lee Boyd Malvo e John Allen Muhammad, os atiradores de Washington, foram assassinos em massa que mataram 10 pessoas e feriram outras quatro, durante o mês de outubro de 2002 em Washington. A maioria de suas vítimas era escolhida aleatoriamente e grande parte dos ataques foi efetuado em postos de gasolina, onde os criminosos usavam um rifle de longa distância, podendo deixar mais facilmente a cena do crime.
Conforto
Ganho material e uma vida segura financeiramente são as principais motivações dos assassinos movidos pelo “conforto”. Normalmente, suas vítimas são familiares e conhecidos próximos. Depois de um crime, o assassino aguarda um período de tempo maior antes de matar novamente, para que qualquer suspeita pela família ou pelas autoridades seja evitada. Veneno, com mais freqüência o arsênio, é uma das armas mais utilizadas. Nessa categoria nota-se um número maior de serial femininas.
A norte-americana Dorothea Puente matou de nove a 25 pessoas, entre elas seus inquilinos, para arrecadar o dinheiro do Seguro Social – equivalente ao INSS no Brasil - e os enterrou no próprio quintal de casa. Mortes por seguro e lucro empresarial têm maior índice nessa categoria.
Poder/Controle
Seu principal objetivo é matar para conquistar e exercer poder sobre a sua vítima. A maior intenção é "brincar de Deus" ou ter controle da vida e da morte. Muitas das vezes esses assassinos foram abusados quando eram crianças, provocando um forte sentimento de impotência e inadequação como adultos. O abuso sexual de suas vítimas é comum, porém esses assassinos se diferem dos “hedonistas” ao ponto de não serem motivados pela luxúria, mas sim pela sensação de poder e domínio. Ted Bundy, um dos mais famosos e hediondos serial killer dos Estados Unidos, viajou ao redor do país procurando mulheres para satisfazer seu desejo de controle.
CASOS FAMOSOS
O principal combustível do assassino por “emoção” é a satisfação em induzir a dor e criar o pânico entre suas vítimas, que se convergem em estimulação e excitação em sua mente. Eles procuram altas doses de adrenalina quando caçam suas presas. Normalmente seus ataques não são prolongados e o abuso sexual é raro, sua real intenção é apenas matar. Muitas vezes praticam seus crimes durante um longo tempo e em diversos lugares, tendo com vítimas pessoas estranhas, dificultando a ação das autoridades em sua captura.
Robert Hansen costumava levar suas vítimas a locais isolados e de difícil acesso, onde deixava-as escapar apenas para ter o gosto em caçá-las e matá-las. Ele começou matando prostitutas em 1980 na região do Alaska. Combinava os programas e as convidava para dar uma volta em seu avião particular. Em áreas desertas, ele as perseguia com uma faca e com um rifles de caça. Confessou 17 assassinatos no que chamava de "Projeto Verão". Lee Boyd Malvo e John Allen Muhammad, os atiradores de Washington, foram assassinos em massa que mataram 10 pessoas e feriram outras quatro, durante o mês de outubro de 2002 em Washington. A maioria de suas vítimas era escolhida aleatoriamente e grande parte dos ataques foi efetuado em postos de gasolina, onde os criminosos usavam um rifle de longa distância, podendo deixar mais facilmente a cena do crime.
Conforto
Ganho material e uma vida segura financeiramente são as principais motivações dos assassinos movidos pelo “conforto”. Normalmente, suas vítimas são familiares e conhecidos próximos. Depois de um crime, o assassino aguarda um período de tempo maior antes de matar novamente, para que qualquer suspeita pela família ou pelas autoridades seja evitada. Veneno, com mais freqüência o arsênio, é uma das armas mais utilizadas. Nessa categoria nota-se um número maior de serial femininas.
A norte-americana Dorothea Puente matou de nove a 25 pessoas, entre elas seus inquilinos, para arrecadar o dinheiro do Seguro Social – equivalente ao INSS no Brasil - e os enterrou no próprio quintal de casa. Mortes por seguro e lucro empresarial têm maior índice nessa categoria.
Poder/Controle
Seu principal objetivo é matar para conquistar e exercer poder sobre a sua vítima. A maior intenção é "brincar de Deus" ou ter controle da vida e da morte. Muitas das vezes esses assassinos foram abusados quando eram crianças, provocando um forte sentimento de impotência e inadequação como adultos. O abuso sexual de suas vítimas é comum, porém esses assassinos se diferem dos “hedonistas” ao ponto de não serem motivados pela luxúria, mas sim pela sensação de poder e domínio. Ted Bundy, um dos mais famosos e hediondos serial killer dos Estados Unidos, viajou ao redor do país procurando mulheres para satisfazer seu desejo de controle.
CASOS FAMOSOS
Pedro Alonso Lopez (Colômbia, 8 de outubro de 1948) – Mais de 300 meninas Conhecido como “O Monstro dos Andes”, é considerado o maior serial killer de todos os tempos em relação ao número de pessoas que executou. Além da Colômbia ele agiu em mais dois países, Equador e Peru. De acordo com Lopez, sua mãe era uma prostituta com 13 filhos, que o expulsou de casa aos 8 anos de idade por ele ter acariciado sua irmã mais nova. Foi acolhido por um pedófilo e sodomizado à força. Logo em seguida foi recolhido por uma família que o colocou em uma escola para órfãos. Em pouco tempo fugiu do local alegando ter sido molestado por um professor. |
Aos 18 anos, foi violentado na prisão e se vingou matando três dos estupradores. Logo após ser solto, começou sua trilha de morte no Peru, matando várias garotas. Em 1978, declarou já ter assassinado mais de 100 meninas. Mudou-se para Colômbia e Equador, onde matava em média de três meninas por semana. Revelou mais tarde que tinha preferência por meninas equatorianas, pois eram mais gentis, confiáveis e inocentes. Na época, a polícia atribuiu o grande número de desaparecimentos de garotas à atividades de escravização e prostituição na área.
Foi detido em 1980, quando uma tentativa de rapto falhou e ele foi aprisionado por comerciantes locais. Em poder da polícia, confessou seus feitos e para provar sua “obra” mostrou o local onde estavam enterrados mais de 53 corpos. Sem um número exato, acredita-se que mais vítimas possam estar ligadas a esse serial. De acordo com a BBC, após sua prisão em 1980, Lopez foi deportado para a Colômbia em 1998. Outras informações indicam que ele permaneceu no Equador até 1994, quando foi solto e uma hora depois acusado de imigração ilegal. Partiu para a Colômbia, onde foi acusado por um antigo homicídio e teve a sentença de 20 anos. Permaneceu em um hospital psiquiátrico e em 1998 obteve a liberdade. Em 2002, cometeu outro assassinato e foi preso novamente. Abaixo tem uma frase dele:
“Perdi minha inocência aos 8 anos, assim decidi fazer o mesmo com tantas meninas quanto pudesse”.
Foi detido em 1980, quando uma tentativa de rapto falhou e ele foi aprisionado por comerciantes locais. Em poder da polícia, confessou seus feitos e para provar sua “obra” mostrou o local onde estavam enterrados mais de 53 corpos. Sem um número exato, acredita-se que mais vítimas possam estar ligadas a esse serial. De acordo com a BBC, após sua prisão em 1980, Lopez foi deportado para a Colômbia em 1998. Outras informações indicam que ele permaneceu no Equador até 1994, quando foi solto e uma hora depois acusado de imigração ilegal. Partiu para a Colômbia, onde foi acusado por um antigo homicídio e teve a sentença de 20 anos. Permaneceu em um hospital psiquiátrico e em 1998 obteve a liberdade. Em 2002, cometeu outro assassinato e foi preso novamente. Abaixo tem uma frase dele:
“Perdi minha inocência aos 8 anos, assim decidi fazer o mesmo com tantas meninas quanto pudesse”.
Andrei Chikatilo (Ucrânia, 16 de outubro de 1936 – 14 de fevereiro de 1994) – 53 mulheres O “Açogueiro de Rostov” ou “O Estripador Vermelho” foi um serial killer russo que confessou ter assassinado 53 mulheres e crianças entre 1978 e 1990. Nascido na Ucrânia, a Segunda Guerra Mundial foi o primeiro trauma de Chikatilo. Em tempos de grande recessão alimentícia, muitas histórias sobre canibalismo surgiram no inconsciente do povo. E mesmo sem comprovação, sua mãe afirmava e contava aos filhos que Stepan, o irmão mais velho, havia sido seqüestrado e assassinado. Quando jovem, Andrei sofreu muito com disfunção sexual crônica, que o tornou temporariamente impotente, piorando seu entrosamento social. |
Na escola sempre foi muito ridicularizado devido sua aparência e disfunção. Sua única experiência sexual foi quando tinha 18 anos, a força, com uma garota de 13 anos. Em 1963, Chikatilo casou-se e foi pai de um casal. Durante o matrimônio sempre apresentou problemas sexuais, como a ejaculação precoce e dificuldade na sensação de prazer. Cometeu o primeiro assassinato oficial em 1978, em um vilarejo próximo à cidade de Rostov-on-Don. Ele falhou em violar uma menina de nove anos, só conseguindo a ejaculação enquanto esfaqueava a vítima.
A partir desse momento, o assassino só conseguia prazer ao mesmo tempo que esfaqueava as mulheres. Suas vítimas eram normalmente prostitutas ou mulheres desabrigadas em busca de dinheiro ou álcool. Também atraiu muitas crianças oferecendo brinquedos e doces. Com o passar dos anos o número de mortes aumentava e a polícia chegou a prendê-lo em 1983 sob a acusação de roubo. Com a pena de um ano, foi solto e recobrou os antigos hábitos em 1985. Após frustradas operações policiais, devido a inexperiência em casos como esse na Rússia, as autoridades o prenderam em 1990, mesma data em que confessou os 56 assassinatos e forneceu todos os detalhes. Até o momento, a polícia tinha a relação de apenas 36 corpos.
Durante seu julgamento em 1992, Chikatilo foi mantido em uma gaiola de ferro, no centro da sala de tribunal, e os parentes das vítimas gritavam para que ele fosse solto e a justiça pudesse ser feita pelo povo. Condenado a pena capital a ser realizada em 14 de fevereiro de 1994, Andrei foi executado com um tiro de misericórdia.
“Olhe que coisa mais inútil. Você pensa que se eu pudesse fazer alguma coisa eu não faria?... Eu não sou um homossexual... Eu tenho leite em meus peitos; eu vou dar à luz!”- Andrei Chikatilo
“O que fiz não foi por prazer sexual, ao invés disso me trouxe paz de espírito” - Andrei Chikatilo
A partir desse momento, o assassino só conseguia prazer ao mesmo tempo que esfaqueava as mulheres. Suas vítimas eram normalmente prostitutas ou mulheres desabrigadas em busca de dinheiro ou álcool. Também atraiu muitas crianças oferecendo brinquedos e doces. Com o passar dos anos o número de mortes aumentava e a polícia chegou a prendê-lo em 1983 sob a acusação de roubo. Com a pena de um ano, foi solto e recobrou os antigos hábitos em 1985. Após frustradas operações policiais, devido a inexperiência em casos como esse na Rússia, as autoridades o prenderam em 1990, mesma data em que confessou os 56 assassinatos e forneceu todos os detalhes. Até o momento, a polícia tinha a relação de apenas 36 corpos.
Durante seu julgamento em 1992, Chikatilo foi mantido em uma gaiola de ferro, no centro da sala de tribunal, e os parentes das vítimas gritavam para que ele fosse solto e a justiça pudesse ser feita pelo povo. Condenado a pena capital a ser realizada em 14 de fevereiro de 1994, Andrei foi executado com um tiro de misericórdia.
“Olhe que coisa mais inútil. Você pensa que se eu pudesse fazer alguma coisa eu não faria?... Eu não sou um homossexual... Eu tenho leite em meus peitos; eu vou dar à luz!”- Andrei Chikatilo
“O que fiz não foi por prazer sexual, ao invés disso me trouxe paz de espírito” - Andrei Chikatilo
Ted Bundy (EUA, 24 de novembro de 1946 – 24 de janeiro de 1989) – estimadas 35 vítimas Theodore Robert Bundy realizou sua carnificina entre 1974 e 1978. Confessou 30 assassinatos. Os métodos eram o estrangulamento, o estupro e a necrofilia. Sem saber a real identidade de seu pai, Ted cresceu acreditando que sua irmã mais velha era sua mãe. Ainda na infância, Bundy sempre apresentou problemas de convivência e fascínio por imagens de sexo e pessoas mortas. Desiludido amorosamente, ele entrou em depressão, que somada aos problemas na infância e a desordem metal, foi um dos principais motivos de sua obsessão por mulheres. Nunca foi comprovada a data exata em que os assassinatos começaram. |
Oficialmente, ele deu início a seu banho de sangue em 1974, quando começou a perseguir estudantes na Universidade de Washington. Muitas mulheres desapareceram e apareceram mortas nessa época. Descrito por testemunhas, Ted passou a ser perseguido pela polícia. Um dos fatores que dificultou a busca foi a aparência normal do assassino. Ele era um homem charmoso, de conversa e palavras convincentes, que lhe ajudaram a seduzir e eliminar mulheres em uma matança desenfreada.
Após aproximadamente sete mortes na capital estadunidense, Bundy passou pelos Estados de Utah e Colorado, onde matou mais de 14 mulheres. Algumas mortes não foram comprovadas, outras o assassino confessou e muitas foram associadas a ele, pelo período e maneira de terem sido mortas. Sua mobilidade e capacidade de usar disfarces também dificultou sua captura. Foi preso e conseguiu fugir, dando continuidade em seus crimes na mesma noite em que escapara. Ted Bundy foi levado a julgamento e condenado à pena de morte. Os jurados demoraram apenas quinze minutos deliberando sobre o veredicto. Ele foi executado aos 42 anos, na cadeira elétrica, em 17 de janeiro de 1989.
“Nós, serial killers, somos seus filhos, nós somos seus maridos, nós estamos por toda parte. E haverá mais de suas crianças mortas no dia de amanhã. Você sentirá o último suspiro deixando seus corpos. Você estará olhando dentro de seus olhos. Uma pessoa nesta situação é Deus…” - Ted Bundy
"Não, eu não tive nenhuma misericórdia por nenhuma delas...também não sinto nenhum remorso...eu sei, fiz muita coisa errada, mas ainda sim eu sou humano. Cortei a cabeça de uma delas com uma serra e a levei para meu apartamento, sei...mas há muito mais em mim do que esse cara que andou fazendo loucuras por aí. Se me deixarem viver pelo menos mais alguns anos. Não estou pedindo misericórdia nem perdão. Só peço mais um tempo. Em troca posso ajudar a solucionar muitos crimes, posso ser muito útil” -Ted Bundy
Após aproximadamente sete mortes na capital estadunidense, Bundy passou pelos Estados de Utah e Colorado, onde matou mais de 14 mulheres. Algumas mortes não foram comprovadas, outras o assassino confessou e muitas foram associadas a ele, pelo período e maneira de terem sido mortas. Sua mobilidade e capacidade de usar disfarces também dificultou sua captura. Foi preso e conseguiu fugir, dando continuidade em seus crimes na mesma noite em que escapara. Ted Bundy foi levado a julgamento e condenado à pena de morte. Os jurados demoraram apenas quinze minutos deliberando sobre o veredicto. Ele foi executado aos 42 anos, na cadeira elétrica, em 17 de janeiro de 1989.
“Nós, serial killers, somos seus filhos, nós somos seus maridos, nós estamos por toda parte. E haverá mais de suas crianças mortas no dia de amanhã. Você sentirá o último suspiro deixando seus corpos. Você estará olhando dentro de seus olhos. Uma pessoa nesta situação é Deus…” - Ted Bundy
"Não, eu não tive nenhuma misericórdia por nenhuma delas...também não sinto nenhum remorso...eu sei, fiz muita coisa errada, mas ainda sim eu sou humano. Cortei a cabeça de uma delas com uma serra e a levei para meu apartamento, sei...mas há muito mais em mim do que esse cara que andou fazendo loucuras por aí. Se me deixarem viver pelo menos mais alguns anos. Não estou pedindo misericórdia nem perdão. Só peço mais um tempo. Em troca posso ajudar a solucionar muitos crimes, posso ser muito útil” -Ted Bundy
| John Wayne Gacy (EUA, 17 de março de 1942-10 de maio de 1994) – 33 garotos O “Palhaço assassino”, como era conhecido, matou 33 garotos e jovens entre 1972 e 1978. Ganhou esse apelido devido a sua profissão de palhaço animador de festas infantis. John Wayne Gacy Jr. também teve uma infância traumática: era espancado e chamado de "bichinha" pelo pai alcoólatra, sofreu um traumatismo craniano aos 15 anos, e em 1968 foi preso por praticar atos sexuais com um jovem no banheiro de um bar. Gacy começou a matar em 1972, e suas vítimas eram todos homens. Muitas vezes atacava conhecidos, mas em outras abordava pessoas na rua, às vezes de uma forma convidativa, outras de forma mais intimidativa. |
Os rapazes recebiam propostas de emprego, iam até a casa de Gacy, eram embebedados, amarrados em uma cadeira e sexualmente violentados. Já vigiado pela polícia, em decorrência de jovens freqüentemente desaparecerem em seus antigos empregos, 28 corpos foram encontrados em sua residência e mais cinco foram resgatados nos rios. Em 1988, Gacy foi condenado a 21 prisões perpétuas e 12 penas de morte. Durante os crimes, descobriu-se que ele gostava de ler passagens bíblicas enquanto enforcava as vítimas; outras vezes, vestia-se de palhaço e enfiava as cuecas em suas bocas. Enquanto aguardava no Corredor da Morte, passava o tempo fazendo desenhos infantis, especialmente de palhaços.
Suas ilustrações são consideradas itens de coleção, e alcançam altos preços no mercado. Tinha uma rotina obsessiva na cadeia: anotava cada ligação, carta ou visita recebida, e até mesmo o que comeu. Pouco antes de morrer, em 1994, de injeção letal, já sedado pronunciou suas última palavras: “Kiss my ass!” (“Beije minha bunda!”).
"A única coisa da qual eu deveria ter sido acusado era de ter um cemitério sem licença para isso” - John Wayne Gacy
Suas ilustrações são consideradas itens de coleção, e alcançam altos preços no mercado. Tinha uma rotina obsessiva na cadeia: anotava cada ligação, carta ou visita recebida, e até mesmo o que comeu. Pouco antes de morrer, em 1994, de injeção letal, já sedado pronunciou suas última palavras: “Kiss my ass!” (“Beije minha bunda!”).
"A única coisa da qual eu deveria ter sido acusado era de ter um cemitério sem licença para isso” - John Wayne Gacy
Ed Gein (EUA, 27 de Agosto de 1906 — 26 de Julho de 1984) – 2 mortes e suspeito de 7 Edward Theodore Gein, além de serial killer foi violador de covas. Filho de uma família problemática, Ed tinha um pai alcoólatra e uma mãe fanática religiosa. Mesmo impedido pela mãe de fazer amizades e ofendido por causa de suas manias, ele era uma pessoa comum aos olhos da sociedade. Seu caso tornou-se famoso na mídia por seu excêntrico costume de arrombar as tumbas no cemitério e colecionar as partes dos corpos. A polícia suspeitou do envolvimento de Ed no desaparecimento de Bernice Worden, em 1957. Entraram em sua propriedade e descobriram o cadáver da mulher decapitada suspenso de pernas para o ar. |
Depois de revistarem a sua casa encontraram:
1. Crânios humanos empilhados sobre um dos cantos da cama;
2. Pele transformada num abajur e usada para estofar assentos de cadeiras;
3. Seios usados como apoiadores de copos;
4. Crânios usados como tigelas de sopa;
5. Um coração humano;
6. Pele da face de Mary Hogan, proprietária da taberna local, encontrado numa bolsa de papel;
7. Puxador de janela feito de lábios humanos;
8. Cinto feito com mamilos humanos;
9. Meias feitas de pele humana;
10. Bainha de pele humana;
11. Caixa com vulvas, que Ed confessou usar;
12. Cabeças prontas para exposição ordenadas.
O criminoso confessou ter desenterrado várias sepulturas de mulheres de meia idade, que se pareciam com a sua mãe. Gein também admitiu que matou Mary Hogan, desaparecida desde1954. Pouco depois da morte da sua mãe, Gein decidiu que queria uma mudança de sexo. Para tanto criou uma “roupa de mulher” de pele humana.
Durante o julgamento, foi alegada insanidade e ele passou por uma bateria de avaliações. Conclui-se que seus problemas com o sexo oposto, amor e ódio, vinham de sua relação intensa com a mãe. Em 1968, foi julgado culpado. Porém, como estava doente quando cometeu os atos, sua condenação foi passar o resto da vida em um hospital psiquiátrico para criminosos. Segundo descrições, ficava a maior parte do tempo sozinho, mas parecia feliz. Lia e realizava as terapias ocupacionais com desenvoltura. Às vezes, olhava fixamente para enfermeiras e outras mulheres, deixando-as desconcertadas. Foi um dos poucos pacientes que passou pelo hospital que nunca necessitou de uso emergencial de medicamentos calmantes. Morreu em 1984, de câncer, aos 77 anos. Foi enterrado em Plainfield, perto de sua mãe.
1. Crânios humanos empilhados sobre um dos cantos da cama;
2. Pele transformada num abajur e usada para estofar assentos de cadeiras;
3. Seios usados como apoiadores de copos;
4. Crânios usados como tigelas de sopa;
5. Um coração humano;
6. Pele da face de Mary Hogan, proprietária da taberna local, encontrado numa bolsa de papel;
7. Puxador de janela feito de lábios humanos;
8. Cinto feito com mamilos humanos;
9. Meias feitas de pele humana;
10. Bainha de pele humana;
11. Caixa com vulvas, que Ed confessou usar;
12. Cabeças prontas para exposição ordenadas.
O criminoso confessou ter desenterrado várias sepulturas de mulheres de meia idade, que se pareciam com a sua mãe. Gein também admitiu que matou Mary Hogan, desaparecida desde1954. Pouco depois da morte da sua mãe, Gein decidiu que queria uma mudança de sexo. Para tanto criou uma “roupa de mulher” de pele humana.
Durante o julgamento, foi alegada insanidade e ele passou por uma bateria de avaliações. Conclui-se que seus problemas com o sexo oposto, amor e ódio, vinham de sua relação intensa com a mãe. Em 1968, foi julgado culpado. Porém, como estava doente quando cometeu os atos, sua condenação foi passar o resto da vida em um hospital psiquiátrico para criminosos. Segundo descrições, ficava a maior parte do tempo sozinho, mas parecia feliz. Lia e realizava as terapias ocupacionais com desenvoltura. Às vezes, olhava fixamente para enfermeiras e outras mulheres, deixando-as desconcertadas. Foi um dos poucos pacientes que passou pelo hospital que nunca necessitou de uso emergencial de medicamentos calmantes. Morreu em 1984, de câncer, aos 77 anos. Foi enterrado em Plainfield, perto de sua mãe.
Dr. Jack Kevorkian (EUA, 26 de maio de 1928) – 130 vítimas Também conhecido como “Dr. Morte”, o médico patologista inventou a “máquina do suicídio”, um mecanismo que possibilitava aos pacientes cometer suicídio apertando um botão que liberava uma série de drogas no organismo. Após as autoridades médicas de Michigan revogarem a licença médica de Kervokian em 1991, ele não pôde mais prescrever drogas e passou a usar monóxido de carbono nos suicídios assistidos. Em 26 de março de 1999, foi condenado por homicídio em 2º grau pela morte de um homem doente através de uma injeção letal. A morte foi filmada e veiculada na mídia pelo programa norte americano “60 Minutos”. |
Aos 70 anos, ainda pode ser condenado à prisão perpétua sem condicional, pela morte de Thomas Youk, que sofria da doença de Lou Gehrig. Apesar do consentimento de Youk para que fosse morto, esta não é uma defesa viável para tirar a vida de alguém, segundo a promotoria americana. Supostamente envolvido em 130 suicídios assistidos desde 1990, o “Dr. Morte” é o serial killer com maior quantidade de vítimas ativo hoje nos EUA. Confira um vídeo aqui.
Charles Manson (EUA, 12 de novembro de 1934) – não foi definido o número de vítimas Foi o fundador, mentor intelectual e líder de uma seita satânica que cometeu vários assassinatos, entre eles o da atriz Sharon Tate, esposa do diretor de cinema Roman Polanski. Filho ilegítimo de mãe promíscua e alcoólatra atraiu um grupo de seguidores, muitos deles jovens mulheres com sérios problemas emocionais, revoltadas com seus pais e a sociedade em geral, prometendo salvação. Era considerado entre seus súditos e ele próprio acreditava ser a reencarnação de Jesus Cristo. LSD e anfetaminas eram armas adicionais usadas por este assassino impiedoso. Era fascinado por músicas dos Beatles. Ele dizia que a banda inglesa conversava com ele por meio de suas canções. |
A primeira motivação à série de crimes ocorreu quando Manson afirmou ter escrito uma música que teria sido roubada pelo produtor dos Beach Boys, Terry Melcher. Furioso, resolveu invadir a casa de Melcher, mas em sua loucura nem se deu conta que ele não morava mais ali. Na mesma casa, residia Sharon Tate, grávida de 8 meses. Manson promoveu uma verdadeira chacina no local, assassinando a atriz e alguns amigos que ali se encontravam. Na noite seguinte, o mesmo grupo invadiu a casa de Rosemary e Leno LaBianca, matando os dois. As mensagens escritas na parede da casa com o sangue das vítimas foram "Helter Skelter", "Death to pigs" e "Rising". Os assassinatos de Sharon , seus amigos e do casal LaBianca pela "Família Manson", ficaram conhecidos como o Caso Tate-LaBianca.
Segundo Manson, o objetivo de seus assassinatos era começar uma guerra denominada de "Helter Skelter". O nome corresponde ao título de uma música dos Beatles onde, de acordo com Manson, havia uma maior quantidade de mensagens subliminares. Uma guerra entre negros e brancos, em que os brancos seriam exterminados. Ele acreditava que algum negro logo seria acusado pelos assassinatos, o que faria com que os confrontos explodissem logo. Como ele e sua "família" eram brancos, planejavam esconder-se em um poço, denominado por Manson como poço sem fundo, em algum lugar no deserto californiano, assim que a suposta guerra começasse.
Linda Kasabian, uma das integrantes da comunidade e testemunha ocular das mortes em Cielo Drive, resolveu fugir e denunciar Charles e os outros integrantes à polícia, além de depor em seu julgamento em troca de imunidade. Ela não concordava com os assassinatos, apesar de ter presenciado alguns.
Manson, então com 37 anos, foi acusado de seis assassinatos e levado à Justiça, juntamente com outros integrantes. Embora fosse o líder da "família", ele alegou não ter participado pessoalmente de nenhum deles. Manson declarou durante o julgamento o seu ódio profundo pela Humanidade, chamando os membros de sua família de rejeitados pela sociedade. A promotoria se referiu a ele como "o homem mais malígno e satânico que já caminhou na face da Terra", e o quinteto foi sentenciado à morte em 1971. Mas, com a mudança nas leis penais do estado em 1972, a pena deles foi alterada para prisão perpétua. Linda Kasabian é a única seguidora do grupo que ficou livre. Seu paradeiro é desconhecido.
“Quando os filhos começarem a matar seus pais vocês se lembrarão de mim” - Manson
“Tenho feito tudo para ser aceito em seu mundo, e agora vocês querem me matar! Eu apenas digo a mim mesmo: ora, já estou morto, sempre estive em toda a minha vida... não ligo a mínima para o que possam fazer comigo!" - Manson
Segundo Manson, o objetivo de seus assassinatos era começar uma guerra denominada de "Helter Skelter". O nome corresponde ao título de uma música dos Beatles onde, de acordo com Manson, havia uma maior quantidade de mensagens subliminares. Uma guerra entre negros e brancos, em que os brancos seriam exterminados. Ele acreditava que algum negro logo seria acusado pelos assassinatos, o que faria com que os confrontos explodissem logo. Como ele e sua "família" eram brancos, planejavam esconder-se em um poço, denominado por Manson como poço sem fundo, em algum lugar no deserto californiano, assim que a suposta guerra começasse.
Linda Kasabian, uma das integrantes da comunidade e testemunha ocular das mortes em Cielo Drive, resolveu fugir e denunciar Charles e os outros integrantes à polícia, além de depor em seu julgamento em troca de imunidade. Ela não concordava com os assassinatos, apesar de ter presenciado alguns.
Manson, então com 37 anos, foi acusado de seis assassinatos e levado à Justiça, juntamente com outros integrantes. Embora fosse o líder da "família", ele alegou não ter participado pessoalmente de nenhum deles. Manson declarou durante o julgamento o seu ódio profundo pela Humanidade, chamando os membros de sua família de rejeitados pela sociedade. A promotoria se referiu a ele como "o homem mais malígno e satânico que já caminhou na face da Terra", e o quinteto foi sentenciado à morte em 1971. Mas, com a mudança nas leis penais do estado em 1972, a pena deles foi alterada para prisão perpétua. Linda Kasabian é a única seguidora do grupo que ficou livre. Seu paradeiro é desconhecido.
“Quando os filhos começarem a matar seus pais vocês se lembrarão de mim” - Manson
“Tenho feito tudo para ser aceito em seu mundo, e agora vocês querem me matar! Eu apenas digo a mim mesmo: ora, já estou morto, sempre estive em toda a minha vida... não ligo a mínima para o que possam fazer comigo!" - Manson
Alexander Pichushkin (Rússia, 9 de abril de 1974) – 63 vítimas Acredita-se que "Assassino do tabuleiro de Xadrez" matou cerca de 48 pessoas - ou 63 segundo seus cálculos - entre 1992 e 2006. Recebeu o apelido por ter a intenção de matar 64 pessoas, completando assim as casas de um tabuleiro de xadrez. A maior parte das vítimas eram homens idosos e eram atraídos com a promessa de bebidas alcoólicas. Quando as vítimas ficavam bêbadas, ele as agredia com um martelo até a morte ou as empurrava em uma fossa de esgoto. |
Foi através da pista deixada por uma das vítimas, Marina Moskaleva, que deixou aos familiares o número do celular do "amigo" que a tinha convidado para passear, que a polícia conseguiu identificar o assassino. Quando foi preso, Pichuchkin não ofereceu resistência e entregou à polícia o martelo com que tinha assassinado Marina Moskaleva. Ele afirma que a polícia o apanhou "por acaso" numa verificação de documentos, mas parece estar conformado com a sua sorte. "Se não me apanhassem eu nunca mais parava. Prendendo-me salvaram muitas vidas", afirmou à televisão russa. A imprensa russa especulou que Pichushkin possa ter sido motivado por uma macabra competição pessoal com o maior assassino em série russo, Andrei Chikatilo, ele contou que acompanhava avidamente a cobertura dos crimes pela imprensa e pela televisão e que se indignava quando a mídia não retratava fielmente os detalhes.
"Pra mim, viver sem matar, é como pra você, viver sem comer. Eu me sinto como os pais dessas pessoas! Eu levo elas pra um novo mundo!" - Pichushkin
"Pra mim, viver sem matar, é como pra você, viver sem comer. Eu me sinto como os pais dessas pessoas! Eu levo elas pra um novo mundo!" - Pichushkin
Assassino do Zodíaco (identidade desconhecida) – 5 mortes e 2 feridos gravemente Um dos raros assassinos seriais que nunca foram descobertos. Entre dezembro de 1968 e novembro de 1969, cometeu quatro atentados no sul da Califórnia. Na quinta tentativa, a vítima (uma mulher) escapou e deu chance para a polícia fazer um retrato falado, cuja divulgação interrompeu os ataques seguintes. Após os crimes, desenvolveu a tática de ligar para a polícia e dar detalhes que só o assassino poderia saber. O Zodíaco colocou seu nome em uma série de cartas ameaçadoras que enviou à imprensa até 1974. Em suas cartas incluiu quatro criptogramas, dos quais três ainda não foram decifrados, detalhes tirados das cenas dos crimes e fazendo ameaças, como explodir um ônibus escolar. |
A polícia investigou o caso até 2004 e teve inúmeros suspeitos. Theodore Kaczynski, o Unabomber, lecionava em San Francisco na mesma época e chegou a ser investigado pelos crimes. Os especialistas acreditam que o verdadeiro Zodíaco já morreu, e portanto nunca será descoberto. Algumas frases dele:
“Meu nome é Zodíaco. Matei dez pessoas e matarei ainda mais! Quando morrer renascerei no Paraíso, e todos que matei serão meus escravos”
“Adoro matar pessoas. É mais divertido do que caçar, porque o homem é o animal mais perigoso de todos”
“Estou esperando um bom filme sobre mim. Quem vai me interpretar? Agora tenho controle total sobre todas as coisas”
“Meu nome é Zodíaco. Matei dez pessoas e matarei ainda mais! Quando morrer renascerei no Paraíso, e todos que matei serão meus escravos”
“Adoro matar pessoas. É mais divertido do que caçar, porque o homem é o animal mais perigoso de todos”
“Estou esperando um bom filme sobre mim. Quem vai me interpretar? Agora tenho controle total sobre todas as coisas”
Assassinos em Série Brasileiros
Leandro Basílio Rodrigues (19 anos, Guarulhos, SP) – matou 2 e violentou mais de 50 Conhecido como o “Maníaco de Guarulhos”, Leandro Basílio foi preso em agosto de 2008 sob a acusação de ter violentado duas mulheres. Diante das autoridades, o criminoso confessou, além das já constatadas, ter estuprado outras 50 e destas, ter matado duas. Mesmo com a desconfiança dos investigadores, realmente foi comprovada sua participação em inúmeros casos de abuso sexual na região. De acordo com o delegado que acompanhou o caso, Jackson César Batista, Leandro revelou não ter um motivo específico para os crimes, apenas afirmou que matar é um vício. |
Fingindo estar com uma arma embaixo da camisa, Leandro ameaçava as vítimas e as violentava. Algumas destas mulheres foram assassinadas por estrangulamento. Após o homicídio, as despia completamente e ficava observando o cadáver. Há ao menos cinco mortes que podem ser imputadas a Leandro Basílio, de mulheres na faixa dos 20 aos 30 anos, sendo que uma destas estava grávida. Leandro afirmou ter matado 18 pessoas, sendo 14 mulheres e 4 homens. Em 7 destes homicídios, seu envolvimento já foi confirmado.
João Acácio Pereira da Costa (Joinville, Santa Catarina, 24 de junho de 1942 — 5 de janeiro de 1998) - 4 assassinatos. O "Bandido da Luz Vermelha" é acusado por quatro assassinatos, sete tentativas de homicídio e 77 assaltos, sendo condenado a 351 anos, 9 meses e três dias de prisão. Sua marca registrada era sempre durante os crimes usar um lenço para cobrir o rosto e carregar uma lanterna com bocal vermelho. Foi preso em 8 de agosto de 1967 e morto em 1997, por um pescador que alegou legítima defesa. |
Francisco de Assis Pereira (Parque do Estado, São Paulo) – 9 mulheres Conhecido pela alcunha de “O Maníaco do Parque”, Francisco cobria todas as mulheres de elogios, se identificava como um fotógrafo de moda de uma revista importante procurando novos talentos. Oferecia um bom cachê e convidava as moças para uma sessão de fotos em um ambiente ecológico. Dizia que era uma oportunidade única, algo predestinado, que não poderia ser desperdiçado. Quando foi detido pelas autoridades, logo confessou os crimes e levou a polícia aos locais onde estavam as ossadas. |
Assassinos na História
Gilles de Rais (França, 10 de Setembro de 1404 - 26 de Outubro de 1440) – 140 vítimas
Herói de guerra francês do século XV, Gilles foi o pior matador medieval da Europa. Aliado de Joana D'Arc durante a Guerra dos Cem Anos, era expert em retirar ingleses da França. Depois de ser nomeado Marechal da França pelo Rei Charles VII, estabeleceu-se na Bretanha, onde dirigiu seus heróicos impulsos para torturar e assassinar. Gostava principalmente de matar meninos, que eram sodomizados e depois decapitados. Também divertia-se observando seus servos "destrinchando" os corpos dos meninos e masturbava-se sobre suas entranhas.
Pelo fato de ser barão, ninguém associou o desaparecimento de meninos nas redondezas de seu castelo com a sua pessoa. Era patrono das artes, além de praticar magia negra e alquimia. Seu reinado de terror só terminou quando o Duque da Bretanha encontrou restos mortais mutilados de 50 meninos em seu castelo. Confessou ter assassinado 140 garotos, mas acredita-se que este número deve ser maior que 300. Em 1440, Gilles foi enforcado e queimado simultaneamente. Seus dois cúmplices e servos foram queimados vivos.
Herói de guerra francês do século XV, Gilles foi o pior matador medieval da Europa. Aliado de Joana D'Arc durante a Guerra dos Cem Anos, era expert em retirar ingleses da França. Depois de ser nomeado Marechal da França pelo Rei Charles VII, estabeleceu-se na Bretanha, onde dirigiu seus heróicos impulsos para torturar e assassinar. Gostava principalmente de matar meninos, que eram sodomizados e depois decapitados. Também divertia-se observando seus servos "destrinchando" os corpos dos meninos e masturbava-se sobre suas entranhas.
Pelo fato de ser barão, ninguém associou o desaparecimento de meninos nas redondezas de seu castelo com a sua pessoa. Era patrono das artes, além de praticar magia negra e alquimia. Seu reinado de terror só terminou quando o Duque da Bretanha encontrou restos mortais mutilados de 50 meninos em seu castelo. Confessou ter assassinado 140 garotos, mas acredita-se que este número deve ser maior que 300. Em 1440, Gilles foi enforcado e queimado simultaneamente. Seus dois cúmplices e servos foram queimados vivos.
Thug Behram (Condado de Oudh, Índia, ? - 1840) – 931 mortes
O maior assassino em massa da história foi o indiano Thug Behram, que estrangulou 931 pessoas e motivou mais de 2 milhões de mortes, entre 1790 e 1830. À frente da seita religiosa Thuggee, o banho de sangue só terminou quando o governo britânico interviu no caso e proibiu as atividades da seita. Behram utilizava uma faixa amarela e branca para quebrar o pescoço de suas vítimas, a maioria mulheres.
O maior assassino em massa da história foi o indiano Thug Behram, que estrangulou 931 pessoas e motivou mais de 2 milhões de mortes, entre 1790 e 1830. À frente da seita religiosa Thuggee, o banho de sangue só terminou quando o governo britânico interviu no caso e proibiu as atividades da seita. Behram utilizava uma faixa amarela e branca para quebrar o pescoço de suas vítimas, a maioria mulheres.
Jack o Estripador (Londres, Inglaterra, na segunda metade de 1888) – 5 vítimas
Outro matador que também nunca foi pego, Jack, o Estripador, foi o pseudônimo atribuído a este assassino que matou cinco jovens no bairro de Whitechapel em Londres. A identidade não confirmada fez com que vários especialistas, historiadores e leigos apontassem seus respectivos suspeitos, dentre os mais memoráveis estavam William Withey Gull, médico da Rainha Vitória; e o mundialmente conhecido escritor Lewis Carrol, autor da obra “Alice no País das Maravilhas”.
Os jornais deram ampla cobertura ao caso devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia em efetuar a captura do criminoso, que tornou-se notório justamente por conseguir escapar. Suas vítimas eram todas prostitutas, indicando um trauma ou obsessão em relação a esse tipo de profissão. Os assassinatos típicos do Estripador eram cometidos em locais públicos e semi-desertos; a garganta da vítima era cortada e depois o cadáver submetido a mutilações no abdômen ou em outras partes corporais. Devido ao modo como os ferimentos eram aplicados, especula-se que o assassino tinha algum conhecimento médico ou cirúrgico, ou que até mesmo fosse um açougueiro.
“Nada se compara a arte que eu criei" - Jack o Estripador
Outro matador que também nunca foi pego, Jack, o Estripador, foi o pseudônimo atribuído a este assassino que matou cinco jovens no bairro de Whitechapel em Londres. A identidade não confirmada fez com que vários especialistas, historiadores e leigos apontassem seus respectivos suspeitos, dentre os mais memoráveis estavam William Withey Gull, médico da Rainha Vitória; e o mundialmente conhecido escritor Lewis Carrol, autor da obra “Alice no País das Maravilhas”.
Os jornais deram ampla cobertura ao caso devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia em efetuar a captura do criminoso, que tornou-se notório justamente por conseguir escapar. Suas vítimas eram todas prostitutas, indicando um trauma ou obsessão em relação a esse tipo de profissão. Os assassinatos típicos do Estripador eram cometidos em locais públicos e semi-desertos; a garganta da vítima era cortada e depois o cadáver submetido a mutilações no abdômen ou em outras partes corporais. Devido ao modo como os ferimentos eram aplicados, especula-se que o assassino tinha algum conhecimento médico ou cirúrgico, ou que até mesmo fosse um açougueiro.
“Nada se compara a arte que eu criei" - Jack o Estripador
H. H. Holmes (Estados Unidos, Maio de 1860 – Maio de 1896) – 27 vítimas
Dr. Henry Howard Holmes foi condenado por nove assassinatos, é geralmente considerado o primeiro serial killer dos Estados Unidos. Confessou 27 assassinatos e alguns investigadores acreditavam que ele poderia ter matado centenas de pessoas. Começou matando convidados em seu hotel em 1893, em Chicago. Os crimes de Holmes foram descobertos em uma inspeção após um zelador dizer à polícia que ele não tinha autorização para limpar certos andares do hotel. Ele foi condenado e enforcado em 1896.
Dr. Henry Howard Holmes foi condenado por nove assassinatos, é geralmente considerado o primeiro serial killer dos Estados Unidos. Confessou 27 assassinatos e alguns investigadores acreditavam que ele poderia ter matado centenas de pessoas. Começou matando convidados em seu hotel em 1893, em Chicago. Os crimes de Holmes foram descobertos em uma inspeção após um zelador dizer à polícia que ele não tinha autorização para limpar certos andares do hotel. Ele foi condenado e enforcado em 1896.